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		<copyright>© 2022 MOVIUNE - Escolas de Artes do Espetáculo, por António Miguens</copyright>
		<itunes:subtitle>Escola de Teatro e Dança, com professores qualificados e dedicados, que amam o ensino artístico e tudo fazem para que seu filho filha se torne no(a) melhor artista que pode vir a ser</itunes:subtitle>
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	<title>Os Contos de Cantuária e os 7 Pecados Mortais</title>
	<link>https://www.moviune.com/blog/podcast/os-contos-de-cantuaria-e-os-7-pecados-mortais/</link>
	<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 23:04:40 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Os Contos de Cantuária: uma abordagem aos sete pecados mortais</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Contos de Cantuária, escritos por Geoffrey Chaucer no século XIV, são considerados um marco na literatura inglesa e uma das obras mais importantes da literatura mundial. A obra, composta por diversas histórias contadas pelos personagens que viajam juntos em peregrinação à Catedral de Cantuária, é conhecida pela sua abordagem aos sete pecados mortais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de pecado é um tema recorrente na obra de Chaucer, que se encontra presente em cada um dos personagens que contam as suas histórias. Cada conto é centrado em um personagem que personifica um dos sete pecados mortais estabelecidos por Gregório I quinhentos anos antes dos Contos de Cantuária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A luxúria é representada pelo monge que gosta de caçar e se divertir com mulheres; a avareza é personificada pelo mercador ganancioso; a gula pelo cozinheiro que adora comer e beber em excesso; a ira pelo frade zangado e amargurado; a inveja pela história da parábola do bom samaritano, em que os personagens ignoram um homem ferido por inveja de sua posição social; a preguiça é representada pelo padre que prefere caçar e pescar a cumprir suas obrigações religiosas; e o orgulho é personificado pelo cavaleiro extremamente orgulhoso de sua linhagem e realizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem aos sete pecados mortais em Os Contos de Cantuária foi levada ao cinema em 1972 pelo diretor italiano Pier Paolo Pasolini, em seu filme homônimo. A adaptação de Pasolini é considerada a mais famosa abordagem dos Contos de Cantuária, e reforça a ideia de pecado presente na obra de Chaucer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, é importante lembrar que a obra de Chaucer não se resume apenas à abordagem dos sete pecados mortais. Os Contos de Cantuária também abordam temas como amor, traição, ambição, justiça e virtude, e apresentam uma visão diversa e rica da sociedade inglesa do século XIV.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Os Contos de Cantuária, escritos por Geoffrey Chaucer no século XIV, são considerados um marco na literatura inglesa e uma das obras mais importantes da literatura mundial. A obra, composta por diversas histórias contadas pelos personagens que viajam juntos em peregrinação à Catedral de Cantuária, é conhecida pela sua abordagem aos sete pecados mortais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de pecado é um tema recorrente na obra de Chaucer, que se encontra presente em cada um dos personagens que contam as suas histórias. Cada conto é centrado em um personagem que personifica um dos sete pecados mortais estabelecidos por Gregório I quinhentos anos antes dos Contos de Cantuária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A luxúria é representada pelo monge que gosta de caçar e se divertir com mulheres; a avareza é personificada pelo mercador ganancioso; a gula pelo cozinheiro que adora comer e beber em excesso; a ira pelo frade zangado e amargurado; a inveja pela história da parábola do bom samaritano, em que os personagens ignoram um homem ferido por inveja de sua posição social; a preguiça é representada pelo padre que prefere caçar e pescar a cumprir suas obrigações religiosas; e o orgulho é personificado pelo cavaleiro extremamente orgulhoso de sua linhagem e realizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem aos sete pecados mortais em Os Contos de Cantuária foi levada ao cinema em 1972 pelo diretor italiano Pier Paolo Pasolini, em seu filme homônimo. A adaptação de Pasolini é considerada a mais famosa abordagem dos Contos de Cantuária, e reforça a ideia de pecado presente na obra de Chaucer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, é importante lembrar que a obra de Chaucer não se resume apenas à abordagem dos sete pecados mortais. Os Contos de Cantuária também abordam temas como amor, traição, ambição, justiça e virtude, e apresentam uma visão diversa e rica da sociedade inglesa do século XIV.</p>



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Os Contos de Cantuária, escritos por Geoffrey Chaucer no século XIV, são considerados um marco na literatura inglesa e uma das obras mais importantes da literatura mundial. A obra, composta por diversas histórias contadas pelos personagens que viajam juntos em peregrinação à Catedral de Cantuária, é conhecida pela sua abordagem aos sete pecados mortais.



A ideia de pecado é um tema recorrente na obra de Chaucer, que se encontra presente em cada um dos personagens que contam as suas histórias. Cada conto é centrado em um personagem que personifica um dos sete pecados mortais estabelecidos por Gregório I quinhentos anos antes dos Contos de Cantuária.



A luxúria é representada pelo monge que gosta de caçar e se divertir com mulheres; a avareza é personificada pelo mercador ganancioso; a gula pelo cozinheiro que adora comer e beber em excesso; a ira pelo frade zangado e amargurado; a inveja pela história da parábola do bom samaritano, em que os personagens ignoram um homem ferido por inveja de sua posição social; a preguiça é representada pelo padre que prefere caçar e pescar a cumprir suas obrigações religiosas; e o orgulho é personificado pelo cavaleiro extremamente orgulhoso de sua linhagem e realizações.



A abordagem aos sete pecados mortais em Os Contos de Cantuária foi levada ao cinema em 1972 pelo diretor italiano Pier Paolo Pasolini, em seu filme homônimo. A adaptação de Pasolini é considerada a mais famosa abordagem dos Contos de Cantuária, e reforça a ideia de pecado presente na obra de Chaucer.



No entanto, é importante lembrar que a obra de Chaucer não se resume apenas à abordagem dos sete pecados mortais. Os Contos de Cantuária também abordam temas como amor, traição, ambição, justiça e virtude, e apresentam uma visão diversa e rica da sociedade inglesa do século XIV.]]></itunes:summary>
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Os Contos de Cantuária, escritos por Geoffrey Chaucer no século XIV, são considerados um marco na literatura inglesa e uma das obras mais importantes da literatura mundial. A obra, composta por diversas histórias contadas pelos personagens que viajam juntos em peregrinação à Catedral de Cantuária, é conhecida pela sua abordagem aos sete pecados mortais.



A ideia de pecado é um tema recorrente na obra de Chaucer, que se encontra presente em cada um dos personagens que contam as suas histórias. Cada conto é centrado em um personagem que personifica um dos sete pecados mortais estabelecidos por Gregório I quinhentos anos antes dos Contos de Cantuária.



A luxúria é representada pelo monge que gosta de caçar e se divertir com mulheres; a avareza é personificada pelo mercador ganancioso; a gula pelo cozinheiro que adora comer e beber em excesso; a ira pelo frade zangado e amargurado; a inveja pela história da parábola do ]]></googleplay:description>
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	<title>Podcast do António</title>
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	<pubDate>Fri, 30 Dec 2022 23:24:43 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>O podcast de António Miguens é um podcast semanal sobre Teatro, Dança e Cultura. Em cada episódio, ele falará sobre diferentes tópicos que vão desde a história dos géneros teatrais até à reflexão sobre a cultura a partir de uma perspectiva portuguesa.</p>]]></description>
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